Polêmico ou não, o vídeo abaixo com os comentários da jornalista Rachel Sheherazade é repleto de verdades que ninguém havia ousado a dizer. Não nego que tenho um verdadeiro carinho pelos poucos blocos que ainda sobrevivem em minha cidade e que fico encantada com alguns desfiles das escolas de samba.
Mas, cabe a cada um tirar suas conclusões! Eu tenho a minha e devo concordar com pelo menos 90% do que a nobre colega teve coragem de expor.
Comentário da própria Rachel sobre a repercussão de seus comentários
Práticas da Comunicação
18 Março 2011
14 Março 2011
Terceira Revolução: A Era da Informação
Um dos princípios da Comunicação Empresarial é o relacionamento equilibrado entre empresa e público. Esse relacionamento deve ser mantido, em todas as hipóteses, com transparência e verdade.
As empresas atuais não podem mais obrigar ninguém a adquirir seu produto ou serviço, elas devem, antes de tudo, conhecer as reais necessidades de seus consumidores e buscar a melhor maneira de atendê-las. O importante agora é entender os consumidores, ouvi-los e interagir com eles. Mais do que nunca, a comunicação, principalmente com a crescente evolução da internet e suas mídias, o fluxo de consumo não é mais o mesmo.
Vivemos a “Era da Informação”, uma era onde cada detalhe é minuciosamente analisado. Cada vez mais essa análise vem sendo feita por pessoas do mundo todo, consumidoras ou não das mesmas marcas, empresas ou serviços, que estão interligadas por um fenômeno que está transformando a maneira de consumir: as redes sociais.
De acordo com a Wikipedia, Kaplan e Haenline (s.d) definem mídias sociais como “um grupo de aplicações para a Internet construídas com base nos fundamentos ideológicos e tecnológicos da Web 2.0, e que permitem a criação e troca de Conteúdo Gerado pelo Utilizador (UCG)”.
Diante disso as empresas precisam fazer parte desse novo mundo. Caso contrário, aquela empresa que ignorar essa transformação será inevitavelmente “engolida” pelas então usuárias das redes sociais e tenderá a desaparecer em um espaço muito curto de tempo. Como diz o ditado popular “quem não é visto não é lembrado” e marca que não é lembrada não é consumida.
É preciso, porém, que esse trabalho de inserção nas redes sociais seja rigoroso e extremamente sério. Ações e estratégias amadoras podem ser fatais. Os comunicadores deveram se cercar de todos os cuidados possíveis para que o trabalho desenvolvido não tenha um retorno negativo. Grandes empresas sofrem com infortúnios causados pelo mau uso das mídias sociais e do não relacionamento com seus consumidores, basta ir à própria internet e realizar uma simples busca para encontrar algumas dezenas de cases fracassados. Mas, aqueles que sabem como fazer o melhor uso dessas ferramentas estão em vantagem. Também na web é possível encontrá-las.
Por esse motivo é interessante conhecer o maior número possível de alternativas para estar em contato com os steakholders (públicos com poder de transformação) através da Internet. Para isso também é fundamental ter bem esclarecido de que forma esse público será abordado.
Pesquisas revelam que mídias sociais como Twitter, Facebook, My Space, Blogger, Youtube, Blogger, Orkut e Wordpress despontam como uma das maiores redes de relacionamento no mundo, reunindo milhares de usuários conectados. Conhecê-las e fazer partes das mesmas já é um importante instrumento para as atividades de Comunicação Empresarial nesta Terceira Revolução Industrial que marca a Era Digital e globalizada da sociedade.
Vale ressaltar que participar destas redes não significa apenas possuir um perfil em cada uma delas sem nenhum tipo de atividade. Os responsáveis por essa adesão devem delas fazer parte de maneira pró-ativa buscando ao máximo se antecipar aos questionamentos de seus usuários. Para isso um planejamento bem elaborado e seguro é a grande chave do sucesso. É preciso ser interativo, pois é justamente isso o que as pessoas procuram e desejam.
Assim como as distâncias foram zeradas pela Internet, o tempo também deve ser encurtado para que as empresas não corram o risco de serem interrogadas perante todo o mundo.
Hoje o mais importante não é o que se vende e sim quem está disposto a comprar!
Então, mãos à obra!
Trecho editado e retirado do artigo “Comunicação Empresarial e a Terceira Revolução Industrial” de autoria da jornalista Rafaela M. Namorato
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11 Março 2011
De Megamente e Metro Man todo mundo tem um pouco!
Não sou nenhuma maníaca por filmes (ainda prefiro os livros), mas confesso que produções de animação costumam me atrair bastante. Acho que já assisti grande parte deles. Gosto do humor e da inocência que eles proporcionam. Não existe essa história de que filmes de animação são feitos somente para crianças. Adultos podem descobrir muita coisa através destes filmes, basta um pouquinho só de boa vontade.
Depois de algum tempo vendo alguns comentários, tive a oportunidade de assistir o filme Megamente (Megamind) lançado no Brasil em dezembro do ano passado. O filme é uma divertida versão de clássicos heróicos dos quadrinhos e do cinema, mas que no fundo tem uma história própria e com diversas lições. Temas como disputas, vaidade, vitórias e fracassos são alguns dos principais ingredientes desta mistura. Megamente retrata com clareza e bom humor fatos que fazem parte do nosso cotidiano.
Antes que esqueça de mencionar, Megamente é o nome do personagem principal do filme. Um sujeito atrapalhado, dislexo, esteticamente nada agradável (apesar dos grandes olhos verdes) e muito diferente das outras pessoas em praticamente todos os aspectos. Mesmo sem entender muito bem, Megamente era o patinho feio da história. Ainda que tentasse ser uma pessoa gentil e cortês suas habilidades para o mal acabavam por traí-lo.
Por várias e várias passagens Megamente acaba sendo influenciado por essa maldade e descobre que ser mau é o que ele sabia fazer de melhor e envereda por esse caminho.
Para chegar a esse ponto Megamente enfrentou o que hoje chamamos de bulling. Acabou se transformando em um homem que cresceu com as frustrações de sua infância. Mas, é interessante notar que ainda sim, não perdeu os requintes da bondade que faziam parte de seu DNA mesmo que ele não soubesse. Ainda que vilão da história, Megamente era um perdedor convicto que se estranhava com suas poucas conquistas.
Na outra ponta está Metro Man. O clássico “perfeitinho”. O queridinho da escola, o garoto solução, o jovem galã. O herói de Metro City. Tido por Megamente como seu inimigo número 1, Metro Man é uma sátira muito bem elaborada do Superman. Metro Man dedica-se dia e noite a salvar a cidade de Metro City e a jovem Rose Rocha (algo como Lois Lane).
Ao supostamente conseguir destruir seu rival, Metro Man, Megamente se vê em uma situação inusitada. Não há mais contra o que lutar. Os objetivos foram alcançados. É aquela velha situação do cachorro quando o carro para. E é justamente nessa hora que coisas estranhas começam a acontecer.
Na ausência de Metro Man, Megamente cria, a partir de seus propósitos um novo herói. Assim como fazemos em nossas vidas. Estamos constantemente criando nossos fantasmas ou algo com o que possamos nos preocupar. Mas, o plano não saiu como desejado.
Aquele que havia sido criado para ser o bem acaba se transformando em mais um elemento do mal. O herói vira um anti-herói quase que pelos mesmos motivos que o Megamente transformou-se em vilão. Falta de amor próprio, desilusões etc...
É quando Megamente descobre seu verdadeiro lado. O lado do garoto incompreendido que no fundo é tão mocinho quanto achava que era malvado...
E o que deveria ser a luta entre o bem e o mal acaba acontecendo sob uma nova ótica. O antes vilão começa a lutar contra o antes herói.
Megamente vence sua criatura e transforma-se em algo melhor. Melhor pela compreensão, pela amizade e pelo amor. Elementos que sempre fizeram parte da sua existência sem que ele percebesse.
Como o personagem Criado, fiel escudeiro de Megamente sempre dizia, “a mocinha não fica com o vilão” e de fato ela ficou com o mocinho... o mocinho Megamente!
Esse é um balanço das coisas que eu achei interessante no decorrer dos 96 minutos de filme, mas é certo que muito mais coisas poderiam ser descritas. Mas, para isso deixo um convite a todos vocês que assistam ao filme e tirem suas próprias conclusões. O filme é recheado de mensagens, análises e possibilidades...
Assista e descubra que de Megamente e Metro Man todo mundo tem um pouco!
Depois de algum tempo vendo alguns comentários, tive a oportunidade de assistir o filme Megamente (Megamind) lançado no Brasil em dezembro do ano passado. O filme é uma divertida versão de clássicos heróicos dos quadrinhos e do cinema, mas que no fundo tem uma história própria e com diversas lições. Temas como disputas, vaidade, vitórias e fracassos são alguns dos principais ingredientes desta mistura. Megamente retrata com clareza e bom humor fatos que fazem parte do nosso cotidiano.
Antes que esqueça de mencionar, Megamente é o nome do personagem principal do filme. Um sujeito atrapalhado, dislexo, esteticamente nada agradável (apesar dos grandes olhos verdes) e muito diferente das outras pessoas em praticamente todos os aspectos. Mesmo sem entender muito bem, Megamente era o patinho feio da história. Ainda que tentasse ser uma pessoa gentil e cortês suas habilidades para o mal acabavam por traí-lo.
Por várias e várias passagens Megamente acaba sendo influenciado por essa maldade e descobre que ser mau é o que ele sabia fazer de melhor e envereda por esse caminho.
Para chegar a esse ponto Megamente enfrentou o que hoje chamamos de bulling. Acabou se transformando em um homem que cresceu com as frustrações de sua infância. Mas, é interessante notar que ainda sim, não perdeu os requintes da bondade que faziam parte de seu DNA mesmo que ele não soubesse. Ainda que vilão da história, Megamente era um perdedor convicto que se estranhava com suas poucas conquistas.
Na outra ponta está Metro Man. O clássico “perfeitinho”. O queridinho da escola, o garoto solução, o jovem galã. O herói de Metro City. Tido por Megamente como seu inimigo número 1, Metro Man é uma sátira muito bem elaborada do Superman. Metro Man dedica-se dia e noite a salvar a cidade de Metro City e a jovem Rose Rocha (algo como Lois Lane).
Ao supostamente conseguir destruir seu rival, Metro Man, Megamente se vê em uma situação inusitada. Não há mais contra o que lutar. Os objetivos foram alcançados. É aquela velha situação do cachorro quando o carro para. E é justamente nessa hora que coisas estranhas começam a acontecer.
Na ausência de Metro Man, Megamente cria, a partir de seus propósitos um novo herói. Assim como fazemos em nossas vidas. Estamos constantemente criando nossos fantasmas ou algo com o que possamos nos preocupar. Mas, o plano não saiu como desejado.
Aquele que havia sido criado para ser o bem acaba se transformando em mais um elemento do mal. O herói vira um anti-herói quase que pelos mesmos motivos que o Megamente transformou-se em vilão. Falta de amor próprio, desilusões etc...
É quando Megamente descobre seu verdadeiro lado. O lado do garoto incompreendido que no fundo é tão mocinho quanto achava que era malvado...
E o que deveria ser a luta entre o bem e o mal acaba acontecendo sob uma nova ótica. O antes vilão começa a lutar contra o antes herói.
Megamente vence sua criatura e transforma-se em algo melhor. Melhor pela compreensão, pela amizade e pelo amor. Elementos que sempre fizeram parte da sua existência sem que ele percebesse.
Como o personagem Criado, fiel escudeiro de Megamente sempre dizia, “a mocinha não fica com o vilão” e de fato ela ficou com o mocinho... o mocinho Megamente!
Esse é um balanço das coisas que eu achei interessante no decorrer dos 96 minutos de filme, mas é certo que muito mais coisas poderiam ser descritas. Mas, para isso deixo um convite a todos vocês que assistam ao filme e tirem suas próprias conclusões. O filme é recheado de mensagens, análises e possibilidades...
Assista e descubra que de Megamente e Metro Man todo mundo tem um pouco!
09 Março 2011
(Re)Começar
“Começar de novo
E contar comigo
Vai valer a pena
Ter amanhecido
Ter me rebelado
Ter me debatido
Ter me machucado
Ter sobrevivido
Ter virado a mesa
Ter me conhecido
Ter virado o barco
Ter me socorrido”...
Pode soar melancólico demais, piegas demais ou profissional de menos, mas foi apenas essa introdução que encontrei para reviver esse meu espaço criado com tanto carinho e ao qual dediquei momentos intensos de minha atenção.
Sou blogueira do tempo em que blog era diário e era bem como tal que iniciava um post! Ainda bem que o tempo passa... Ainda bem que ele passou!
Hoje vejo pessoas se profissionalizando, ganhando dinheiro, se divertindo e vivendo através de suas plataformas. E eu, o que estava fazendo? Deixando o meu cantinho cada vez mais abandonado. No mundo dos blogueiros um intervalo tão grande entre as postagens é algo inadimissível! Vejam só... um ano e alguns meses sem postar absolutamente nada. Isso é um crime!
Mas é vida que segue! Vamos tentar novamente...
É hora de estabelecer um foco e seguir adiante! Esse será um espaço onde eu poderei compatilhar minhas opiniões, ideias e tudo o que achar interessante e, quem sabe, poder receber em troca suas opiniões, ideias e tudo o que achar interessante.
Então, mãos ao teclado!
Seja bem-vindo... sempre!
É hora de praticar cada vez mais a comunicação.
30 Outubro 2009
O que você tem feito de suas ideias?
Recentemente tive a oportunidade de assistir a uma palestra de Waldez Ludwing e fiquei espantada com a centena de possibilidades que deixamos escapar todos os dias por entre os nossos dedos.
Uma coisa é certa... tudo depende do que fazemos (ou não) de nossas ideias!
Pratique colocá-las em práticas por mais bizarras que possam parecer! Quem sabe elas não revolucionam a vida de alguém? Quem sabe esse alguém não seja você?
Pense nisso enquanto assiste a esse vídeo super bacana onde Waldez fala sobre Criatividade e Inovação!
Uma coisa é certa... tudo depende do que fazemos (ou não) de nossas ideias!
Pratique colocá-las em práticas por mais bizarras que possam parecer! Quem sabe elas não revolucionam a vida de alguém? Quem sabe esse alguém não seja você?
Pense nisso enquanto assiste a esse vídeo super bacana onde Waldez fala sobre Criatividade e Inovação!
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27 Outubro 2009
A história da comunicação em 1 minuto
Assisti a esse vídeo no blog de Ígor Medeiros (http://ow.ly/wTue) e achei super bacana!
Então como a proposta do Clareando Ideias é justamente isso, trocar e disseminar a informação segue o vídeo para vocês, meus queridos leitores também curtirem.
Muito bem bolado!
Então como a proposta do Clareando Ideias é justamente isso, trocar e disseminar a informação segue o vídeo para vocês, meus queridos leitores também curtirem.
Muito bem bolado!
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11 Outubro 2009
Feliz Dia das Crianças...

Há pelo menos uns 15 anos atrás, a data de hoje seria muito mais do que as vésperas de um feriado, seria também um momento de grande ansiedade. Estaria a ponto de enlouquecer para ganhar meu presente do Dia das Crianças.
Mas o tempo vai passando sem a gente perceber...
Hoje, o fato de me preocupar se as peças gráficas já estão em produção; se meu assessorado está bem na mídia; em fazer a leitura política de textos; pensar em artigo para a conclusão pós; em fazer clippings; revisar e produzir textos talvez tenha feito com que eu não pudesse mais viver meus dias de infância, mas deles eu jamais me esqueci.
Talvez, no auge dos meus 25 anos, graduada na profissão que eu amo e galgando os degraus do sucesso e da realização, seja mais criança do que muitas por ai! Acho que é exatamente isso que me faz ser uma profissional dedicada e feliz. Hoje sei que minha eterna infância faz a diferença!
Você tem todo o direito de achar graça, mas adoro minhas bonecas, minhas pelúcias; adoro ganhar presentes, bala, chiclete, chocolate. Adoro sorvete, andar descalço; brincar de adedanha, pular corda; biscoito recheado, assistir desenhos e rir até não aguentar mais de séries que já assisti um milhão de vezes. Mas eu sou assim...
Não me confunda com um adulto imaturo, pois sem bem o que quero e batalho muito por isso. Não é por acaso que encaro todos os dias horas e horas de trabalho.
É assustador ver que as crianças de hoje sabem tudo sobre computadores, máquinas, celulares e tão pouco sabem sobre os amiguinhos da escola. É estranho não dormir mais na casa da amiga para fazer trabalho de escola, não chegar mais em casa “cuspindo tijolo”, como diz minha mãe, depois de brincar na terra da construção do vizinho.
Às vezes penso que felizes são aquelas crianças que não têm tanta condição como outras, pois essas sabem o quanto é gostoso brincar na rua e ter que construir grande parte de seus brinquedos e brincadeiras. Elas sim vão saber dar valor aos seus bens!
É gosto poder assumir que ainda somos crianças!!!
Feliz Dia das Crianças para todos nós que teoricamente já passamos dessa fase!
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